Hoje, comemoramos o dia mundial da alimentação. Mas o que isso significa exatamente? A simples palavra “alimentação” trás à mente muitas possibilidades a serem discutidas e, associada a palavra “mundial”, abre um leque de possibilidades ainda maior.
Mas “alimentando” ainda mais os diversos aspectos desse assunto, por que não falarmos do aspecto emocional? Sim! A FOME EMOCIONAL. Esse “tipo de fome” envolve ASPECTOS SUBJETIVOS, ou seja, como construímos o nosso mundo interno, que abrange nossas emoções, sentimentos, crenças, valores e a influência disso na construção de nosso COMPORTAMENTO ALIMENTAR, por exemplo. Nossa família, nossa cultura e nossas relações são parte dessa construção assim, NOSSAS EMOÇÕES PODEM SIM INFLUENCIAR NA NOSSA FOME. Podemos, por exemplo, buscar guloseimas deliciosas e sem nutrição alguma para ALIMENTAR NOSSA TRISTEZA, resgatando assim memórias como: quando éramos criança e ganhar uma barra de chocolate como consolo, logo após termos sido negados de ir dormir na casa de um amiguinho, e o nosso “velho amigo”, o açúcar, nos consolou. Esse é um de muitos exemplos de como NOSSAS MEMÓRIAS PODEM ATIVAR GATILHOS EMOCIONAIS LIGADOS À COMIDA. O segredo é aprendermos a ressignificar nossas experiências com a comida sem esquecer de que o doce, por exemplo, pode sim ter o seu lugar num plano muito maior que é nossa alimentação, e que QUANDO ESTAMOS NUTRIDOS ADEQUADAMENTE, até mesmo nossas emoções estarão muito mais funcionais e seguras.
Conheça melhor sobre como se alimentar adequadamente, de onde vem e como é preparada nossa comida e principalmente como podemos nutrir nosso corpo e nossa mente sem restrições e sem compulsões para vivermos uma vida de qualidade.